Com Ivete fora do Carnaval, cerca de 1500 pessoas ficaram sem trabalhar


Grávida de gêmeas, aos oito meses, Ivete Sangalo anunciou no ano passado que não participaria do Carnaval de Salvador este ano. A ausência de Ivete fez parar uma parcela significativa da roda econômica que sustenta a festa em Salvador. Segundo levantamento do A Tarde, são cerca de 12 mil foliões que não desfilarão no Coruja e Cerveja e Cia, blocos comandados pela cantora. Falando em valores, isso representa cerca de R$ 9 milhões em abadás, cujos preços variam entre R$ 750 e R$ 850; quando contabilizados os patrocinadores com a vendas de camisas, chega-se a uma média de R$ 15 milhões de faturamento dos blocos por Carnaval.

“Para falar a verdade, éaprimeira vez desde os meus 15 anos que não vou trabalhar no Carnaval”, afirma Fábio Almeida, 39, empresário da cantora baiana e responsável pelos seus dois blocos. Sobre a equipe, segundo o mesmo, cerca de 1.500 funcionários foram desmobilizado, entre músicos, produtores e cordeiros.

Sem Ivete, o Carnaval de Salvador, está passando por mais um teste. Com modelo de negócios entrando em colapso, a maioria dos blocos de 2018 estão sem cordas, o que exige a criatividade do poder público e dos empresários sobre como será o Carnaval daqui pra frente.

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